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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Receita: bolo com fundo de banana

Tinha em casa 4 bananas com a casca pretíssima, mas por dento estavam super boas.
Juntando a vontade de bolo com o "não desperdício", saiu essa belezinha ai:


Começando do princípio, primeiro cortei as 4 bananas prata em rodelas não muito finas; derreti meia xícara de açúcar cristal e adicionei meia xícara de água.
Despejei o caramelo na forma (que eu já havia untado e enfarinhado as laterais). e espalhei as bananas, desse jeito:


Não deu pra forrar tudo porque não tinha banana suficiente, mas o foco da receita era não deixar as frutas estragarem. Além disso, ficou pouco caramelo, mas gostei mesmo assim; não ficou doce exagerado. Mas, pra quem quiser um bolo bem carameludo, acho que dá pra dobrar as quantidades!

Para a massa, parti de uma receita básica de bolo da minha mãe que já postei aqui algumas vezes porém fiz algumas alterações, o resultado foi um bolo bem fofinho, com a textura mais fininha.

A receita original é essa:


Para este bolo, a receita executada para massa foi essa aqui:

Primeiro bati na batedeira até formar um creme claro e fofo:  2 xícaras de açúcar cristal, 3 ovos inteiros e 3 colheres de sopa da margarina.

Depois de formado o creme, adicionei 1 xícara de leite, 2,5 xícaras de farinha de trigo, 0,5 xícara de amido de milho e 1 colher de sopa rasa de canela (esses ingredientes em pó eu peneirei previamente). Bati até homogenizar e adicionei 1 colher de sopa de fermento em pó e adicionei na forma (obs.: não usei limão na massa).

O bolo cresceu tanto, ficou tão fofo e tão lindo que fiquei com dó de desenformar... Mas tinha que tirar da assadeira ainda morno, senão o caramelo não desgrudaria nunca mais.


Gostaram dessa receita? Se fizerem, posta lá no instagram com a réxi-tégui #receitadoninho.
Sigam-me os bons!






sexta-feira, 6 de março de 2015

Receita: camarão rápido


 Fazendo compra nesses supermercados de atacado, o marido encontrou esse camarão num tamanho bom e preço ótimo (tipo uns R$ 23/kg), que vem inteiro e cozido.


Aqui em casa a gente curte camarão com casca então pra utilizá-lo foi só abrir o pacote e lavar. Ele ficou uns 5 minutinhos na água pra dar uma descongelada e foi suficiente.
Enquanto isso, piquei cebola roxa, tomate, alho, pimenta de cheiro (bodinha), pimentões vermelho e amarelo. Fiz um refogado do alho e cebola na manteiga e azeite, adicionei os camarões, depois o restante dos ingredientes. Refoguei um pouco mais, coloquei extrato de tomate e deixei apurar. Não precisei adicionar água.




Acertei o sal e quando estava quase finalizando coloquei uma garrafinha de leite de coco (200 ml), salsinha picada (sei que o recomendado é coentro, mas eu não gosto), umas rodelas de tomate por cima que o marido gosta e, quando desliguei o fogo, coloquei por último um pouquinho de azeite de dendê pra dar o gostinho da Bahia.
Sei que na foto não parece muito apetitoso mas foi muito rápido de preparar, zero dificuldade e delicioso. Bastou um arroz branco e uma salada de agrião pra acompanhar. Sucesso!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Belisquete delícia: bruschettas!

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Diquinha rápida que vou deixar aqui, pra quando bate uma fominha de uma coisa diferente, mas que não é propriamente uma refeição. Sabadão a noite me bateu uma dessas, daí improvisei né?!

É uma versão adaptada, apenas inspirada na original.

Peguei 1 pão francês e meio (meio “envelhecido”, não era do dia, mas não tava duro), fatiei como torrada e coloquei no forno uns 10 minutinhos. Enquanto isso, refoguei 2 dentes de alho amassados, juntei 2 tomates picados em cubos (com pele e semente), acertei o sal. Esse refogado é rápido, o tomate tem que amaciar um pouco, mas não pode ficar mole. No final, adicionei manjericão fresco picadinho. Depois, é só jogar um pouco do refogado por cima da torrada, colocar um parmesão ralado na hora (se quiser) e por no forno pro queijo derreter. Também da certo colocar um pecinho de mussarela por cima, ou qualquer outro queijo que derreta. Neste ponto, eu reguei com um tiquinho de azeite, com muito cuidado, poque o bicho é calórico pra chuchu. Pra decorar e dar um toque a mais de sabor, depois de tirar do forno, coloque por cima 1 ou 2 folhinhas de manjericão e aí é só correr pro abraço!

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Se você colocar as folhinhas de manjericão antes de ir pro forno, elas vão escurecer e murchar muito, fica feio, perde o sabor e o frescor – experiência própria.

A versão original usa pão italiano (que eu nunca vi, nem comi, eu só ouço falar), e o alho é apenas cortado ao meio e esfregado no pão, só pra deixar o cheirinho. Eu já fiz usando pão de forma integral, que cortei a fatia em quatro, pra ficar pedacinhos menores, e também fiz no lugar do pão berinjela grelhada (é a da primeira foto). Fica incrível de bom e bem mais leve!

É um lanchinho rápido (no caso de usar berinjela vai demorar mais), gostoso, vistoso, aromático, no melhor estilo comfort food. É uma boa pedida também pra um lanchinho quando receber uma visita inesperada. Experimentem!

domingo, 4 de novembro de 2012

Biscoito amanteigado com raspas de limão

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Fiz essa receita ontem pro café da tarde. É rápido e delícia porém, a receita não rende muito. Mas como somos mocinhas magrinhas e controladas, não precisa de exagero né?! rsrsrs

Eu adaptei uma receita que tinha com coisas da internet e testei.

Ingredientes:

1 ovo inteiro

1/2 xícara de açúcar

1/2 xícara ou 3 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente

Raspas de limão (eu dobrei essa quantidade que aparece na foto, creio de 1 colher de café de raspas fica legal. Eu fui misturando e cheirando… quando achei que estava perfumado o suficiente, parei de raspar. Agora quero muito testar com raspas de limão siciliano… sou chik bem! rs)

3 xícaras de farinha de trigo (talvez um pouco menos; coloque 2 xícaras e misture, depois vá adicionando a farinha aos poucos, até desgrudar da mão).

1 pitada de fermento em pó para bolo

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Misture tudo depois adicione a farinha de trigo. Faça bolinhas achatadas, passe no açúcar cristal e amasse levemente com um garfo.

Enquanto eu fazia as bolinhas, recebi uma visita ilustre na cozinha: o nosso galo da raça sedosa do Japão, mas nós chamamos ele de “sedoso” e a esposa dele (que está chocando) de “sedosa) rsrsrs.

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Asse em forno pré aquecido na temperatura média. Cuide porque assa rápido, o meu levou uns 10 minutos, pois fiz biscoitinhos pequenos. Eles devem ficar clarinhos e com o fundo dourado.

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Como eu disse, rende pouco, mas vale a pena. É rapidinho e o limão dá um aroma especial; e ele não fica muito doce, mesmo com esse açúcar por cima. Essa receita vai pra minha mana! Façam meninas! Xerooo!

domingo, 28 de outubro de 2012

1 Receita, 3 bolos diferentes! Sucesso!!!

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Domingo é dia de cheirinho de bolo assando na casa! Resolvi compartilhar essa receita da minha mãe. É sucesso na certa!

Receita básica:

3 ovos

2 colheres de sopa de margarina bem cheias

2 xícaras de açúcar

1 xícara de leite

3 xícaras de farinha de trigo

1 colher de sopa de fermento em pó

Preparo: bata na batedeira os ovos, açúcar e margarina, até virar  um creme bem fofo, mudando da cor amarela inicial e ficando mais clarinho, uma cor creme. Isso vai garantir a fofura do bolo. Depois acrescente o leite e farinha e bata só pra homogeneizar, não demora. Por fim, coloque o fermento e misture.

Nesta fase é onde você vai dar a cara pro seu bolo: se quer formigueiro, adicione chocolate granulado (eu uso o da marca Garoto); se quer duas cores, separe metade da massa e numa das partes, coloque chocolate em pó (uso o dos dois frades), se quer de limão, adicione suco de 1limão e as raspas dele, se quer de laranja, substitua a xícara de leite por 1 xícara de suco de laranja e adicione também 1 colher de sopa das raspas da laranja; caso queira de canela, você pode antes peneirar 1 colher de sopa de canela com a farinha de trigo e por aí vai… Arrisque! Quero confessar que a versão com laranja foi a única que ainda não testei, mas pretendo em breve.

Asse em forno pré aquecido, forno médio. No meu, demora uns 40 minutos. Eu costumo fazer aquele teste com a faca pra verificar o ponto: enfio a faca ate o fundo da assadeira, se sair com massa grudada, ainda não ta pronto, se a faca sair sem nada agarrado, ta no ponto!

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Observem que quando eu fiz o formigueiro, eu misturei chocolate em pó numa parte da massa e joguei por cima, só pra fazer uma graça. O bolo clarinho da foto acima, é o de canela, que é super perfumado, perfeito pra comer com um café fresquinho.

Agora a verdadeira descoberta foi aquele com um “miolinho surpresa” de Nutella! Gente, é delícia demais! Fiz assim: coloquei 2/3 da massa branca na assadeira, espalhei as colheradas de Nutella e cobri com o restante da massa misturada com o chocolate em pó. A massa marrom é mais pesada e vai descendo, e forma desenhos lindos! Ficou divino!

Eu li em algum lugar essa ideia, que originalmente era bolo de cenoura com esse recheio. A menina disse que se quiser que o bolo fique com cara de sobremesa, é só aumentar a quantidade desse creme de avelã com cacau dos deuses!

Ah, esses dias estava na casa da minha amiguinha Amanda e ela estava sem batedeira. Fiz o de canela, no braço mesmo e deu super certo. O pulo do gato é deixar antes a margarina em temperatura ambiente, pra facilitar a mistura e homogeneização. Viu Amandinha, receita prometida, missão cumprida!

Esses bolos dedico aos meus amores: a minha mami, dona da receita (que chamamos de “bolo simples”), minha irmã e sobrinha/afilhada que adoram fazer delícias juntas na cozinha e pra minha BFF Laure, que faz um bolo de fubá perfeito! Ótimo fim de semana pra vocês!

domingo, 21 de outubro de 2012

“Sobremesa” de segunda-feira

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Fim de semana a gente sempre se permite cometer alguns exageros na comida, com o argumento de que na segunda-feira vai voltar a pegar leve.

Particularmente eu não considero um doce ou sobremesa, por isso coloquei entre aspas no título. Mas a verdade é que ela é uma grande aliada quando queremos mudar a alimentação, principalmente no início, quando ainda necessitamos de um maior volume de alimento. Ela dá a sensação de saciedade, além de ser rica em proteínas e colágeno, o melhor amigo da mulher rsrsrsrs.

As versões diet e zero tem menos calorias/açúcar, mas acho que a versão normal não tem quantidade exagerada de calorias.

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Quando faço a gelatina, costumo colocar metade numa tacinha (pra comer em casa) e outra metade num recipiente com tampa, pra poder levar pro trabalho e comer como lanche entre as refeições ou mesmo após o almoço.

Mas vamos combinar que essa maravilha do colágeno não é lá muito atraente. Por isso vim compartilhar com vocês uma maneira de preparo que da uma outra cara pra gelatina. Minha mãe provou e adorou. É bem simples, vamos a receita:

1 pacote de gelatina sabor abacaxi

250 ml de água fervente

250 ml de água em temperatura ambiente

2 maçãs pequenas OU 2 peras OU 1 maçã e 1 pera, sem casca e picadas em cubos pequenos

2 pedaços de canela em pau

10 cravos da índia

Primeiro coloque numa panela as frutas picadas, cravo, canela e a água. Deixe ferver até que as frutas comecem a ficar levemente transparentes, mas sem deixa-las macias demais, senão vira um purê. Escorra as frutas numa peneira e reserve o líquido. Descarte apenas os pedaços de cravo e canela.

Depois ferva 250 ml e dilua o conteúdo da gelatina. Depois misture o líquido do cozimento das frutas, coloque num recipiente ou em taças individuais e geladeira. Quando a gelatina estiver com uma textura de clara de ovo, coloque as frutas. É importante observar esse ponto, para que os pedaços de fruta fiquem flutuando. Se estiver muito líquida, as frutas afundarão. Agora se estiver um pouco mais consistente, você pode colocar as frutas e misturar, porque quando devolver pra geladeira, vai endurecer normalmente de novo.

Eu já fiz com gelatina sabor maracujá e ficou bom também, mas com a de abaxi fica mais gostoso. Creio que deva ficar bom cozinhar abacaxi picado, pêssego fresco e nectarina também, mas nunca testei.

Esse preparo fica uma delícia, com sabor suave de cravo e canela e os pedaços de fruta aromatizados. Vale a pena experimentar!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Maratona: 1 Dia, 5 Receitas!

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Teve um sábado que surtei e quis fazer ao mesmo tempo várias receitinhas que queria testar. Prepara que esse post é longo!

Foi cansativo, mas valeu a pena. É muito prático ter coisas prontas congeladas pra quebrar o galho na correria. Preciso repetir a dose! No dia demorei muito na cozinha, mas parte desse tempo foi devido aos registros fotográficos.

Pratos do dia:

  • Abobrinha recheada com carne moída;
  • Almôndegas de carne com legumes assadas;
  • Panquecas recheadas com ricota e espinafre e com carne também;
  • Bruschetas de berinjela;
  • Gelatina com iogurte desnatado.

Comecei temperando a carne moída (era fraldinha ou colchão mole, não lembro) com muito alho, pimenta de cheiro (bode), uma pitada de cominho e de canela (que fizeram toda diferença), sal e salsinha picada. Reservei. Essa carne foi pra abobrinha, panqueca e almôndegas, claro.

Comecei pelo recheio da panqueca de espinafre com ricota. Primeiro, peguei 1 maço de espinafre, separei e fatiei as folhas e,separadamente, piquei bem miudinho o talo (reservei). Com as folhas, fiz um refogado igual a couve sabe?, com alho, azeite e sal; não deixei murchar muito. O refogado frio eu misturei com 1 ricota amassada com garfo e acertei o sal.

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Depois eu adiantei as abobrinhas (eram duas). Cortei ao meio, removi (piquei e reservei) o miolo, taquei na água fervendo por uns 8 minutos (mas acho que poderia ter sido apenas 6 min), e depois dando um choque térmico em água bem gelada. Reservei.

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Eu queria “enriquecer” a carne moída com legumes picadinhos. Dai, piquei em cubinhos minúsculos 1 chuchu e 1 cenoura. Juntei os talos picadinhos do espinafre e cozinhei em água e pouco sal, escorri e deixei esfriar. A carne que já estava temperada, eu dividi em duas porções: uma pras almôndegas e outra pros recheios.

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Peguei metade da carne e refoguei com cebola, alho e metade dos legumes cozidos e adicionei ainda o miolo picadinho da abobrinha. Coloquei mais salsinha picada e acertei o sal. Ficou divino!

No restante da carne (que era a cota das almôndegas), eu adicionei a metade restante dos legumes cozidos e frios, 1 ovo batido e farinha de rosca até dar ponto de enrolar as bolinhas. Untei uma assadeira com óleo, coloquei as bolinhas e mandei pro forno pré aquecido no “médio” e deixei até ficarem com cara de assadas (acho que foi meia hora… abri uma pra ver se estava no ponto). Depois de frias, eu coloquei todas as bolinhas numa vasilha plástica com tampa e deixei no congelador. Quando quis usa-las, descongelei ao natural e adicionei a um molho vermelho com manjericão. Ficou perfeito como molho de espaguete!

Parti então pra massa da panqueca. No liquidificador: 2 xícaras de leite, 1 colher de sopa de margarina, 1 xíc. de farinha de trigo, 1 cubo de caldo de carne, 2 ovos. Fiz as panquecas em frigideira pequena anti aderente, pincelando pouquíssimo óleo e tentando fazer uma massa super fininha. Recheei os discos com aquela mistura de espinafre+ricota. Preenchi as cavidades das abobrinhas com o refogado de carne e com o que sobrou, fiz panquecas. Coloquei as panquecas espaçadas numa assadeira untada com óleo e deixei no congelador. Depois de congeladas, acondicionei em pratinhos de isopor e cobri com filme plástico. Na hora de comer, era só descongelar e por o molho de preferência. (Um dia peguei molho pronto de tomate, add alho, milho verde, manjericão e aveia… ficou cremoso e delícia!)

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Fugindo agora dos ingredientes em comum, vamos pra uma das melhores descobertas culinárias que já fiz: bruschetas de berinjela! Cortei-as em rodelas de deixei de molho em água e sal por meia hora. Depois, espremi entre as mãos, grelhei na frigideira. Em outra panela, refoguei alho em lascas no azeite, adicionei um tomatão em cubos (com semente e tudo) e manjericão picadinho. Refoguei rapidamente, sem deixar que o tomate amolecesse. Coloquei as rodelinhas de berinjela numa assadeira untada com óleo, coloquei um pouquinho de tomate sobre elas, parmesão ralado na hora e folhinhas de manjericão. Esse foi meu erro: ao gradinar, as folhinhas ressecaram. Então, a dica de ouro é colocar as folhinhas de manjericão depois de gratinar o queijo, dessa forma vai ficar mais saboroso e bonito (como na primeira foto desse post).

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Por fim, a sobremesa. Queria testar e chegou a vez. Prepare uma gelatina (zero, ou não) de sua preferência (usei uva), conforme indicado na embalagem. Quando a gelatina estiver firme, coloque no liquidificador e adicione um potinho de iogurte desnatado (200 ml). Bata até homogeneizar, coloque em tacinhas e volte pra geladeira pra endurecer. Fica super aerado e leve. Pra quem ta reeducando a alimentação (levanta a mão! o/ ) e sabe que a gelatina zero é nossa amiga, é uma boa maneira de variar. O fato de colocar numa tacinha bonitinha, ajuda a enganar a si mesma, dando a impressão que ta comendo uma “sobremesa de verdade”! rsrsrs

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Sorry pelo mega post, mas eu queria mostrar tudo de uma vez… já que quando preparei foi assim, uma maratona mesmo. Adorei todos os preparos! O que não gostei muito foi a falsa sobremesa, mas valeu a experiência.

E ai, bora pra cozinha colega?

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Cupcakes

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Fim de semana chegando e eu venho compartilhar essa experiência deliciosa que é preparar os cupcakes. Eles são lindos e deixam a casa toda com um cheirinho maravilhoso de bolo assando. Mas o melhor é que é fácil de preparar e assa em apenas 20 minutos!!!!

Eu fiz na casa da minha irmã numa visita no mês passado e já repeti a dose agora em setembro de novo! A família toda aprovou, não tem como não amar!

Minha irmã já tinha a assadeira própria (pra 16 bolinhos), as forminhas de papel lindas e o livrinho de receitas que ela comprou da Avon. Vamos a receita!

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Primeiro, eu quis fazer um mais básico, daí usei essa receita do de limão (mas sem usar o limão), deixei um terço da massa branquinha, outro terço misturei com chocolate em pó e o resto com “achocolatado” sabor morango, no intuito de fazer um “cupcake napolitano”. Detalhe: só pode colocar a massa até a metade da forminha, senão transborda quando crescer/assar a massa!

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Eu tentei captar as três cores do bolinho, mas não tive muito sucesso, pois tudo foi fotografado a noite, sorry!

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Isso é comfort food! O difícil é conseguir para de comer… um perigo! rsrs

Um ótimo fim de semana pra vocês!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Receita: merluza ao molho vermelho

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Eu descasquei, contei em rodelas e pré-cozinhei batatas o suficiente pra forrar o fundo do refratário.

Enquanto isso temperei os filés de merluza com suco de um limão siciliano, pimenta de cheiro (bodinha), sal, alho e alecrim.

Cortei em fatias cebola roxa, tomate, pimentão vermelho e amarelo.

Montagem: forre o fundo com as batatas, regue-as com azeite e salpique sal (caso precise); disponha os filés temperados e por cima coloque fatias de cebola, tomate e pimentão. Regue com azeite e salpique orégano. No meu caso, como sobrou filé, eu fiz mais uma camada rala de batata, filé e temperos. Por cima de tudo, joguem uma lata ou um sachê de molho de tomate pronto. Cubra com papel alumínio e asse em forno médio pré-aquecido. A merluza assa bem rápido, mas não contabilizei o tempo.

ERRO: meu erro foi “lavar” a lata de molho de tomate com água, pra aproveitar o restinho de molho (pobreza). A merluza solta MUITA água, daí ficou um aguaceiro só, muito caldo aguado no final… mesmo assim, ficou bom.

A receita é bem prática e gostosa. Infelizmente, esqueci de tirar a foto com o molho e depois, com o prato pronto.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Macarrão delícia!

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Há dias eu estava “lombriguenta” por comer uma massa com molho bem gostoso e diferente. Um Natal ou Reveillon passado, minha mãe fez um conchiglioni com um recheio escândalo (quem não conhece essa massa, clica aqui)! Lembro que ia espinafre, bacon, requeijão cremoso, além de outras coisas. Daí, pensei em usar esses ingredientes pra fazer um molho. Comprei também alho poró. Foi minha estreia com o espinafre e esse alho!

Gente, pensa numa coisa deliciosa, chik, que parece que foi necessário hoooooras de preparo e que não dá trabalho nenhum! Juro! É muito prático, fácil e rápido! Eu fiz só um pouquinho, porque era só pra mim e eu não queria que sobrasse. Deu um pratão cheio que quase não dei conta de comer todo. Já vou avisando que não tenho as quantidades exatas…

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Peguei um punhado e meio de folhas de espinafre, lavei uma a uma, coloquei em água fervente até murchar um pouco e escorri.

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Depois de escorrido e de ter esfriado um pouco, espremi as folhas com a mão e quase que não sobrou nada. Olha o titiquinho que deu! Depois piquei bastante esse rolinho amassado de espinafre e reservei.

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Piquei bacon e já coloquei na panela quente. Ele fritou na própria gordura, não precisou adicionar óleo/azeite. Eu não estudei o uso do alho poró, fui na intuição mesmo. Descartei as folhas, lavei e cortei o talo em rodelas. Usei metade desse talo.

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Quando o bacon já estava moreninho, adicionei o alho poró e refoguei. Assim que o alho ficou macio, coloquei o espinafre picado e refoguei rapidamente pra não queimar. Coloquei então 2 colheres de sopa beeemm generosas de Requeijão Cremoso Danúbio (que eu nunca tinha provado e é a coisa mais deliciosa e consistente do mundo, só quero ele agora!). Como a mistura estava muito seca, coloquei um pouquinho de leite pra ajudar a dissolver o requeijão e deixei ferver um pouco pros sabores se comunicarem. No final, coloquei um pouco de creme de leite.

Cozinhei al dente o fusilli e misturei imediatamente ao molho. Coloquei um tiquinho de parmesão ralado, mas achei que roubou a cena então, dispensei o queijo rapado e comi o macarrão sozinho, alias, muito bem acompanhado te uma taça de vinho tinto. O Resultado foi surpreendente! Pretendo repetir a receita pro marido experimentar. Recomendo que façam também e depois me contem o resultado! Pra esses dias de friozinho, não tem ‘comfort food’ melhor!

(Obs.: Fiz de novo essa mesma receita numa versão menos gordurosa, usando presunto cozido e menos requeijão, ficou delícia tb! A cara ficou praticamente a mesma, espia: ).

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Receita: meu primeiro Nhoque!

Aquela viagem pra Salvador vai render alguns posts mais! rsrs. Ficamos hospedados na casa de um casal amigo nosso e a dona da casa, assim como eu, gosta de cozinhar e testar novas receitas. Nós duas quase destruímos a cozinha dela de tanta coisa que inventamos! A bagunça foi grande, mas o resultado foi aprovado!

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Dessa vez eu vou falar do nhoque que fizemos pro almoço de sexta-feira. Eu já estava com vontade de fazer essa receita, mas tinha receio porque o marido é daquele tipo que não curte os “pratos únicos” e também não é lá muito fã de massas. Mesmo assim, arriscamos. Amandinha já tinha larga experiência feito uma vez; pesquisamos rapidinho na net e fizemos assim:

Primeiro preparamos o molho. Temperamos aproximadamente 1,3 kg de carne moída (mas usamos apenas a metade pois o resto deixamos preparado para rechear as esfirras que pretendíamos fazer e cuja receita vai ser tema de outro post). Temperamos a carne toda com uns 5 dentes de alho amassados, sal, pimenta do reino e até um pouco de curry que ela tinha em casa e nunca tinha usado (nem eu); coloquei bem pouco porque ele parece ser forte. Nem sabemos se combina com carne, mas usamos e ficou bom. Deixamos essa carne temperada descansar por uns 10 minutos. Depois fritamos bem e adicionamos uma cebola roxa grande picadinha. Quando a cebola amoleceu, adicionamos 1 lata de milho verde. Neste ponto, com o preparo ainda seco (sem molho), separamos em duas partes e reservamos a da esfirra.

Com o que sobrou na panela, adicionamos um sachê grande de molho pronto de tomate, corrigimos a acidez com um pouquinho de açúcar, corrigimos o sal também. Deixamos ferver um pouco e no final de tudo colocamos uma caixinha de creme de leite, salsinha e cebolinha picadas. Este molho ficou fantástico!

Nesse momento, colocamos uma panela grande com água pra ferver, pra cozinhar o nhoque.

Só então partimos pra massa. Antes de preparar a carne já havíamos cozinhado 5 batatas grandes sem casca e processamos pra fazer um purê; com o purê frio adicionamos 1 ovo, 1 colher de sopa de margarina (ou manteiga) e sal. A essa mistura fomos adicionando farinha de trigo e amassando muito até desgrudar da mão. Esse processo foi lento, pois não queríamos que a massa ficasse pesada, então a farinha foi acrescida aos poucos. Não medimos a quantidade, foi tudo no feeling mesmo.

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Em uma bancada enfarinhada até o teto, fomos fazendo as “cobrinhas” (termo altamente técnico) e cortando em pedacinhos pequenos e jogando na água fervente. Conforme iam boiando (sinal de que estavam cozidos), eram retirados com uma escumadeira e dispostos num refratário. Neste processo, foi interessante estarmos em duas, porque o bicho cozinha rápido demais! Enquanto eu enrolava e cortava, Amanda cuidava do cozimento. Trabalho em equipe! Tinha também o esposo dela (Artur) que chegou do trabalho pro almoço e atuou como fotógrafo do processo produtivo a contragosto rsrs; o meu digníssimo estava na rua e quando chegou registrou o prato pronto. (Mulheres cozinham, homens fotografam rsrsr).

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É interessante avisar que na nossa pesquisa descobrimos que a massa crua (sem cozinhar) pode ser congelada! Achei maravilhoso, porque dá um certo trabalho e a receita rende bem; pra duas pessoas, creio que a quantidade de massa da receita acima deve dar umas 3 refeições. E como ninguém merece comer comida requentada/repetida a semana inteira, é ótimo deixar as porções já congeladas! Detalhe que dá pra congelar o molho também, mas acho melhor não colocar o creme de leite neste caso, deixa pra colocar só antes de servir. Tenho certeza de que isso vai salvar muito almoço de sábado lá em casa (que geralmente é corrido por conta da faxina). Depois de enrolar e cortar, coloquem numa assadeira (creio q seja bom fazer uma chuvinha de farinha nela antes) e dispor os nhoques separados; depois de congelarem assim, transfira pra um saquinho a porção desejada. Muito prático; eu fiz esse mesmo processo com o bolinho de bacalhau. Tô amando esse negócio de congelar!

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Na travessa com o prato pronto, faltou limpar as bordas pra ficar mais apresentável, mas já era tão tarde e a fome e a ansiedade eram tamanhas que não atentamos pra este detalhe. O molho estava mara, a textura da massa estava leve, macia… A receita foi um sucesso! Até o maridão que não é chegado em massa aprovou! Ele nunca tinha comido nhoque, amou e já pediu pra fazer em casa! O esforço vale o resultado! Obs.: detonamos mais da metade, mandamos um pouco pro filho/enteado dodói que tb amou, e ainda sobrou um tiquim.

terça-feira, 13 de março de 2012

Comidinhas do fim de semana

Gente, tá uma graça lá em casa. Maridão empolgou geral: agora tudo que fazemos na cozinha, ele quer tirar foto. Faz um verdadeiro ensaio fotográfico rsrsrsrs E faz questão de colocar no blog. Tudo bem que eu sou apenas uma aventureira na cozinha, mas ele adora tudo e quer mostrar pra todo mundo rsrsrs

Como vocês sabem, apenas nos finais de semana temos tempo/disposição para os afazeres domésticos. As últimas execuções foram: salada de frutas MARA (que ele mesmo fez!), uma torta/pizza de calabresa, um bolo invertido de banana do Panelaterapia (virei freguesa) e um filezinho de merluza frito.

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Somos muito adeptos das frutas e o digníssimo meio que se empolga na hora de comprá-las. Como somos só nós dois e Deus, as vezes elas vencem na geladeira. Então, nossa saída é fazer um mundo de salada de fruta, que agiliza bastante nosso “café da manhã de zoológico” (como dizia nosso amigo Artur). Quanto ao bolo, eu adicionei à receita 1 colher de sopa de margarina, mesmo assim  achei que a massa ficou um pouquinho seca, mas ficou muito saborosa. A torta/pizza de calabresa ficou show, mas esqueci de fotografar. Finalmente a merluza. Foi a primeira vez que fritei peixe, acreditam? O marido não é chegado em peixe, mas curte merluza, bacalhau e sardinha. Daí, temperei os benditos com sal, alho e pimenta de cheiro, tudo amassado junto, deixei descansar uns 10 minutos. Empanei como vi no programa Kitchen Boss (ele fez com berinjela, mas achei que funcionaria pra tudo), passa no ovo batido, depois na farinha de trigo, depois no ovo de novo, e por último na farinha de rosca. Faz meleca, mas fica uma capinha bacana. Ah, não se assustem com a pequena quantidade, não é miséria, é que somos 2 e fiz apenas pro almoço mesmo (rendeu 7 empanados), e ainda assim sobrou.

Observação: não reparem que o bolo ainda estava na assadeira, é que ainda não dispomos de travessas chiques. rsrsrs Com relação as bananas faltantes, eu juro que forrei o fundo, mas quando despejei a passa, elas se deslocaram.

Espero que vocês também se inspirem na cozinha! Xero!